⚠️ Ações da greve seguem intensas nesta semana

A recusa da proposta apresentada pelo MGI reacendeu as ações de intensificação da paralisação. Na noite de segunda-feira (26), três voos em Florianópolis foram submetidos a procedimentos de fiscalização, gerando filas de até três horas de espera.

Nesta quarta-feira (28), uma operação semelhante acontecerá em Porto Alegre (RS), durante a chegada de dois voos internacionais, um de Buenos Aires e outro de Portugal. A expectativa é que 500 passageiros sejam fiscalizados.

Em Belo Horizonte (MG), os Auditores-Fiscais que atuam no Serviço de Despacho Aduaneiro (Sedad) da Alfândega suspenderam suas atividades entre terça-feira (27) e a próxima sexta-feira (30). Somente serão desembaraçadas as declarações que envolvam itens considerados essenciais, como medicamentos, insumos hospitalares, cargas perecíveis, vivas, perigosas e de consumo de bordo.

Em Foz do Iguaçu (PR), cerca de mil caminhões aguardam liberação para entrar no Brasil. O tempo de espera para cargas vindas da Argentina e do Paraguai, que antes era de três horas, agora chega a até três dias.

Greve dos Auditores-Fiscais trava importações

O impacto da paralisação dos Auditores-Fiscaisque já dura seis meses — está impactando a entrega de mais de um milhão de encomendas domésticas internacionais, especialmente roupas e eletrônicos comprados em sites estrangeiros.

No Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, há uma quantidade crítica de mercadorias estocadas inadequadamente devido à falta de espaço.

Estima-se que o Brasil tenha deixado de arrecadar mais de R$ 7 bilhões em impostos devido aos atrasos na liberação das mercadorias.

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