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👀 Empresa brasileira briga por hidrovias bilionárias na Argentina

Uma empresa brasileira está no centro de uma disputa com o governo de Javier Milei pela concessão de uma das hidrovias mais importantes da América do Sul. A DTA Engenharia, gigante brasileira de infraestrutura portuária e dragagem, denunciou ao Ministério Público argentino supostas irregularidades na licitação para operar a Hidrovia Paraná-Paraguai.

O corredor fluvial de mais de 3 mil quilômetros conecta cinco países: Brasil, Argentina, Uruguai, Bolívia e Paraguai, e escoa cerca de 80% das exportações agroindustriais da Argentina e do Paraguai rumo ao Atlântico.

O atual processo licitatório irá definir a concessão pelos próximos 25 anos do trecho argentino, com 1,4 mil km de extensão. O objetivo é aumentar e modernizar o canal, para receber navios maiores.

O problema, segundo a DTA, é que o edital teria sido desenhado sob medida para a belga Jan De Nul, atual operadora da via desde 1995. Entre as exigências questionadas estão critérios técnicos que, segundo a brasileira, convergem para um único perfil de empresa. A companhia chegou a ofertar uma tarifa abaixo do piso mínimo fixado no edital justamente para contestar a regra.

A disputa já derrubou uma licitação anterior, anulada pelos mesmos motivos. Agora, a DTA quer o cancelamento deste processo e um edital verdadeiramente aberto à concorrência.

FUP EXPLICA: A Hidrovia Paraná-Paraguai é a espinha dorsal logística do agronegócio sul-americano. Quem controla essa via controla o fluxo de bilhões de dólares em exportações de grãos, minérios e commodities de cinco países. Para o Brasil, o tema é duplamente relevante: o país movimenta cargas pela hidrovia e tem uma empresa nacional com capacidade técnica e preço mais competitivo que, segundo ela própria, estaria sendo excluída do processo por critérios suspeitos. Isso levanta questões sobre soberania econômica, transparência nas concessões públicas e o peso que empresas europeias ainda exercem sobre infraestruturas críticas da América Latina.

FUPdate

🤖 Setinha do mouse com IA? Sim, agora existe

O Google pretende revolucionar uma das interfaces mais antigas da computação, a tradicional “setinha do mouse”, com o "Magic Pointer". Movido pela IA Gemini e desenvolvido pelo laboratório DeepMind, o novo recurso será um dos destaques dos "GoogleBooks", a linha sucessora dos Chromebooks prevista para o final de 2026.

Segundo o relato do jornalista Ben Patterson, da PCWorld, a proposta da tecnologia é permitir que o usuário aponte para elementos na tela e dê comandos de voz, transformando o cursor do mouse em um atalho visual.

As promessas para o lançamento incluem tarefas que vão desde a reescrita de trechos no Google Docs até a reserva de mesas em restaurantes apenas ao circular a foto do estabelecimento.

Para os curiosos que desejam testar a novidade desde já, o recurso está disponível em fase preliminar. É possível experimentá-lo de duas formas: através do Gemini integrado ao Google Chrome, que permite fazer perguntas à IA sobre qualquer parte de uma página da web apontada pelo mouse, ou pelo Google AI Studio, plataforma que oferece demonstrações guiadas da ferramenta.

Em um teste prático realizado no Google AI Studio, consegui avaliar a ferramenta e tive exatamente a mesma experiência relatada pelo autor na edição de imagens. Utilizando o cursor, foi possível mover elementos do desenho de uma praia, transformar um pinguim em tartaruga e alterar textos em uma placa. A IA, no entanto, levou alguns segundos para processar as ordens, demonstrando certa lentidão em seu estágio inicial.

Já na demonstração integrada ao Google Maps, avaliada por Patterson, o desempenho foi misto.

O Magic Pointer identificou com precisão o nome e a localização de um parque a partir de uma foto, mas falhou repetidamente ao tentar traçar uma rota entre duas imagens selecionadas. A inconsistência levou o jornalista a concluir que a digitação tradicional do comando teria sido muito mais rápida.

Em suma, embora apresente um conceito promissor, a tecnologia ainda se mostra limitada. O Google precisará refinar consideravelmente a fluidez da ferramenta para convencer o público de que o mouse tradicional realmente precisa ser reinventado.

⛽ Governo federal anuncia subsídio para gasolina a partir de junho

O governo federal anunciou nesta quarta-feira (13/5) uma nova subvenção para a gasolina produzida ou importada no Brasil. A medida provisória deve ser publicada no Diário Oficial nos próximos dias e passa a valer em 1º de junho.

O subsídio deve ficar entre R$ 0,40 e R$ 0,45 por litro, o que representa um gasto estimado em cerca de R$ 1 bilhão por mês.

O benefício será pago diretamente às refinarias ou importadores, com teto de R$ 0,89 por litro, valor equivalente aos tributos federais incidentes sobre o combustível, como PIS, Cofins e Cide.

A medida também estende parte dos benefícios já existentes ao diesel. A ideia é substituir a desoneração de R$ 0,32 por litro, válida até 31 de maio, mantendo o ressarcimento nos patamares atuais para produtores e importadores.

O governo garante que a iniciativa será fiscalmente neutra, já que a União espera compensar os gastos com o aumento de receita via dividendos, royalties e participações especiais do setor de petróleo.

O mecanismo de subvenção exige apenas adequação fiscal dentro da meta, sem necessidade de compensação.

Fontes afirmam que o plano original era usar recursos extraordinários do petróleo para bancar a desoneração, mas o PLP 114/26, que abria essa possibilidade com flexibilização da Lei de Responsabilidade Fiscal, está parado na Câmara. No local, parlamentares do agronegócio articulam o uso desses recursos para outras finalidades, como o endividamento rural.

☀️ Guerra contra o Irã está turbinando as exportações de energia limpa da China

Um efeito colateral inesperado da guerra entre os EUA e o Irã está se tornando cada vez mais evidente. O conflito está empurrando países para os braços da China e de sua tecnologia de energia limpa.

Com o bloqueio no Estreito de Ormuz restringindo o fluxo de petróleo do Oriente Médio, nações afetadas pela crise energética passaram a buscar alternativas. E a China está bem posicionada para oferecê-las: painéis solares, veículos elétricos e baterias.

Em março, as exportações chinesas de painéis solares dobraram em relação ao mês anterior, chegando a 68 gigawatts. Além disso, cerca de cinquenta países bateram recordes históricos de importação de painéis solares chineses.

As exportações de baterias também cresceram 44% no mesmo período, e as de turbinas eólicas subiram 45% no primeiro trimestre de 2026.

Em abril, os veículos elétricos e híbridos chineses representaram 53% de todas as exportações do país, um aumento de mais de 100% no último ano, superando os veículos com motores de combustão interna. Essas exportações foram destinadas principalmente à Ásia e à Europa.

Para especialistas, enquanto os EUA apostam em combustíveis fósseis, a China consolida sua liderança na cadeia internacional de energia limpa. "A crise iraniana vai turbinar a transição energética global, e a China é líder nesse movimento", afirma Li Shuo, do Asia Society Policy Institute. Quanto mais tempo a guerra durar, mais vantajoso será para Pequim.

FUP EXPLICA: quando o Estreito de Ormuz foi bloqueado, a expectativa era de que a China seria uma das mais atingidas, afinal, é um dos maiores importadores de petróleo do mundo e dependia fortemente do fluxo vindo do Oriente Médio. Mas a China já se preparava há tempos para uma possível interrupção energética desse tipo. Suas reservas de petróleo hoje superam as dos EUA, e o país instala mais energia eólica e solar do que o resto do mundo combinado.

Em vez de entrar em colapso, Pequim virou o jogo e passou a exportar a solução para a crise: painéis solares, veículos elétricos e baterias para os mesmos países que estavam desesperados por alternativas ao petróleo do Oriente Médio.

O resultado é que a guerra que os EUA escolheram travar acabou acelerando exatamente o movimento que Washington temia: a migração global para a energia limpa, com a China no centro dessa transição, fortalecendo sua influência econômica e geopolítica.

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