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📊 Um Gráfico

Países com índice de fertilidade abaixo ou acima de reposição populacional, 2025

As taxas de fertilidade, que medem o número médio de filhos por mulher, têm caído em todo o mundo. Desde 1950, a taxa de fertilidade foi reduzida pela metade, passando de quase 5 filhos por mulher para 2,2.

Como resultado, o crescimento da população desacelerou drasticamente, e espera-se que a população de muitos países diminua até o fim do século.

Isso ocorre porque as taxas de fertilidade em muitas nações caíram abaixo do nível mínimo necessário para que uma população consiga se substituir de uma geração para outra.

Esse nível é geralmente definido em uma taxa de 2,1 filhos por mulher.

Para países de grandes populações, como China e Índia, isso não é algo que devemos sentir no comércio exterior brasileiro, pois são mercados consumidores gigantes. Mas, para países da Europa, de parte da América Latina e da Oceania, esse efeito pode ser sentido dentro de uma década, forçando empresas e governos a buscar novos mercados em outros países.

₿ Irã usa Bitcoin para segurar navios no Estreito de Ormuz

O Irã lançou um serviço inédito de seguro marítimo liquidado em Bitcoin para embarcações que atravessam o Estreito de Ormuz. O site “Hormuz Safe” passou a oferecer apólices com verificação criptografada para cargas que transitam pelo Golfo Pérsico.

A iniciativa surge quando a guerra entra em seu terceiro mês, com os preços do petróleo travados acima dos US$ 100 e as rotas comerciais interrompidas.

Autoridades iranianas estimam que o esquema pode gerar até US$ 10 bilhões em receita. A mudança para a criptomoeda não é totalmente surpreendente. Cerca de 14 milhões de iranianos já usam Bitcoin, com transações representando aproximadamente 2,2% do PIB do país.

Especialistas, porém, permanecem céticos. Com o tráfego no estreito quase parado, há poucos navios para segurar.

Além disso, empresas internacionais de navegação podem evitar o programa para não violar sanções americanas. A volatilidade do Bitcoin também preocupa, uma vez que é pouco compatível com a estabilidade que contratos de seguro exigem.

FUP EXPLICA: o caso do Irã não é isolado. Ele revela uma tendência crescente de países sancionados usando criptomoedas para contornar o sistema financeiro tradicional e sobreviver economicamente. O problema é que o ponto de estrangulamento energético mais sensível do mundo está agora ligado a uma moeda digital volátil, adicionando mais incerteza a mercados já pressionados por preços elevados de petróleo e rotas interrompidas.

Seja o "Hormuz Safe" viável ou não, a situação já expõe uma nova realidade. E o que parece ser o desespero de uma nação sitiada pode, na verdade, estar sinalizando uma nova forma de resistência econômica.

🚛 Caminhoneiros acendem alerta para nova paralisação nacional

O dia 24 de maio virou uma data para ficar de olho. Nessa data termina o prazo para o chamado “travamento do CIOT”, mecanismo que bloqueia automaticamente fretes registrados abaixo do piso mínimo no transporte rodoviário.

A medida está prevista na Resolução nº 6.078/2026 e foi reforçada pela MP do Frete, que também amplia as punições a empresas reincidentes, com multas que podem chegar a R$ 10 milhões.

Para os caminhoneiros, trata-se da primeira ação concreta para transformar o piso mínimo em um mecanismo obrigatório. Associações como Abrava e Sindicam mobilizam a categoria em Brasília para pressionar o Congresso a votar a MP antes que ela perca a validade.

O presidente da Abrava, Wallace Landim, conhecido como Chorão, já pediu ao presidente da Câmara a indicação urgente de um relator.

Do outro lado, o setor produtivo reage com preocupação, alegando insegurança jurídica, aumento de custos logísticos e riscos operacionais para embarcadores e transportadoras.

Se a MP caducar ou o travamento for suspenso, lideranças da categoria não descartam uma nova paralisação nacional, reacendendo o temor de uma greve como a de 2018, que durou 11 dias e causou desabastecimento em todo o país.

👀 EUA apertam o cerco a Cuba e armadores suspendem cargas para a ilha

A pressão dos Estados Unidos sobre Cuba está escalando em várias frentes. A administração Trump, frustrada com a falta de avanços nas negociações econômicas e políticas com Havana, passou a considerar ações militares contra a ilha.

  • As opções em análise vão de um ataque aéreo pontual a uma invasão terrestre, e o Comando Sul dos EUA já iniciou um planejamento formal de possíveis operações.

No campo econômico, a pressão também se intensifica. A Ordem Executiva 14404, assinada por Trump em 1º de maio, aumentou as sanções contra entidades ligadas ao governo cubano e ao conglomerado estatal Gaesa, controlado pelas Forças Armadas Revolucionárias de Cuba.

A ordem prevê penalidades para empresas que mantenham relações comerciais com o conglomerado ou atuem em setores classificados como estratégicos, como energia, defesa, finanças, mineração e segurança.

A medida teve impacto imediato no transporte marítimo.

As armadoras alemã Hapag-Lloyd e francesa CMA CGM suspenderam novas reservas de carga para Cuba. A Hapag-Lloyd ativou um mecanismo de bloqueio de reservas até 5 de junho, prazo final para que empresas afetadas revisem suas operações ligadas à ilha.

A CMA CGM, embora sem comunicado formal, também deixou de processar novas reservas.

O impacto é direto sobre o abastecimento cubano, que depende quase inteiramente do transporte marítimo para receber alimentos, combustíveis, medicamentos e produtos industrializados.

A principal preocupação das companhias marítimas está na ligação entre o sistema portuário cubano e o Gaesa, conglomerado controlado pelas Forças Armadas Revolucionárias de Cuba. A organização atua em áreas como infraestrutura portuária, terminais marítimos, logística, serviços aduaneiros e na operação do Porto de Mariel.

FUP EXPLICA: o episódio vai além de Cuba. Com rotas marítimas do Caribe podendo ser redesenhadas e custos de logística e seguros pressionados para cima, exportadores de toda a América Latina que usam a ilha como destino ou ponto regional precisam ficar de olho nesse movimento.

O caso evidencia uma mudança estrutural na navegação internacional: sanções, acesso ao sistema financeiro e risco reputacional já pesam tanto quanto oferta e demanda na hora em que grandes armadores decidem suas rotas e mercados.

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