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Trump ameaça impor novas tarifas
Brasil já importa mais caneta emagrecedora que celular; Volta das operações em janeiro exige atenção redobrada da logística e descubra quais países investem mais na saúde
📊 Um Gráfico

Quem está investindo na saúde?
Inspirado na reclamação de minha parte e da Bianca, de que nossas academias estavam cheias demais, trouxemos os países com a maior porcentagem da população preocupada com a saúde.
Duas das três resoluções mais citadas este ano são relacionadas à saúde: exercitar-se mais e comer de forma mais saudável.
Resultados de uma pesquisa do Consumer Insights, da Statista, mostram que serviços de saúde e boa forma, como mensalidades de academias e aplicativos de fitness, são muito mais populares em alguns países do que em outros.
Quase metade (46%) das pessoas entrevistadas na Índia, entre outubro de 2024 e setembro de 2025*, afirmou ter utilizado algum serviço desse tipo nos últimos 12 meses, enquanto no Japão esse número foi de apenas 9%.
Nos EUA, pouco menos de um quarto (24%) dos entrevistados disse ter utilizado recentemente um serviço de saúde e fitness.
Considerando que apenas 3,63% da população japonesa é obesa, a posição do país no gráfico acima é bem alta.
Dentre os demais países da tabela acima, o percentual de obesidade da população de cada é:
China – 8,94%
Índia - 7,51%
Alemanha – 20,99%
França – 10,00%
Finlândia – 21,88%
Brasil - 28,89%
Estados Unidos – 42,74%
Vietnã tem o menor índice com 2,04% e o maior pertence à Samoa Americana (75,92%)
💉 Brasil já importa mais caneta emagrecedora que celular
Em um país em que 28,89% da população é obesa, as canetas emagrecedoras rapidamente se tornaram uma febre por aqui e, como não há fabricação nacional desse produto, o aumento do interesse está se refletindo na balança comercial.
Em 2025, a compra de medicamentos como Ozempic e Mounjaro somou US$ 1,669 bilhão (R$ 9 bilhões).

O volume é tão expressivo que já supera a importação de itens tradicionais de consumo, como salmão, telefones celulares e azeite de oliva.
A Dinamarca, sede da Novo Nordisk (criadora do Ozempic), lidera a origem dos produtos, respondendo por 44% do total, seguida pelos EUA, que abrigam a Eli Lilly (fabricante do Mounjaro), com 35,6% das importações.
Contudo, no Brasil o cenário é inverso: no ano passado, as compras da Dinamarca cresceram 7%, enquanto as importações originárias dos EUA dispararam 992%. O dado sugere que o motor do crescimento recente não foi o pioneiro Ozempic, e sim a rápida adoção do concorrente americano, o Mounjaro.
E o teto para esse mercado ainda parece distante. O Itaú BBA projeta que o setor deve saltar do atual patamar de cerca de US$ 1,8 bilhão por ano para US$ 9 bilhões até 2030.
No curto prazo, um novo fator deve aquecer ainda mais as vendas: a quebra da patente da semaglutida (princípio ativo do Ozempic). A chegada dos genéricos deve reduzir preços e aumentar, em grande escala, o acesso a esses tratamentos.
👀 Trump ameaça impor tarifas de 25% sobre países que negociem com o Irã

Nesta segunda-feira (12), o presidente Donald Trump ameaçou impor uma tarifa de 25% “a qualquer país” que faça negócios com o Irã, o que pode afetar o comércio dos EUA com a China, Índia, Emirados Árabes Unidos, União Europeia e… o Brasil.
Embora a Casa Branca ainda não tenha emitido um parecer oficial sobre a declaração, Trump publicou em sua rede social que esta seria “uma ordem final e irrevogável”.
A mensagem é um alerta para o Brasil. Em 2025 o país manteve um fluxo comercial de quase US$ 3 bilhões com o Irã, que ocupou a 31ª posição no ranking geral dos destinos das exportações brasileiras.
Milho e soja responderam por 87,2% do total exportado no ano passado, seguidos por açúcares, produtos de confeitaria, farelos de soja para alimentação animal e petróleo.
Já as importações brasileiras provenientes do Irã foram bem menores. Em 2025, o Brasil comprou aproximadamente US$ 84 milhões do país, com destaque para adubos e fertilizantes, que corresponderam a cerca de 79% do total, além de frutas, nozes, pistaches e uvas secas.
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⚠️ Volta das operações em janeiro exige atenção redobrada da logística

Com o fim das férias coletivas e a retomada gradual das atividades produtivas em janeiro, a área de logística costuma enfrentar um período crítico. Há um aumento repentino no fluxo de mercadorias e a necessidade de reativar operações que ficaram em ritmo reduzido nas semanas anteriores.
Com o retorno das atividades, uma das principais medidas para garantir uma retomada eficiente é a manutenção preventiva de empilhadeiras e equipamentos de movimentação de carga.
Após períodos de pausa, componentes mecânicos, sistemas hidráulicos e baterias podem apresentar desgaste ou falhas silenciosas, que só se manifestam quando a operação já está em pleno funcionamento.
Antecipar inspeções e ajustes reduz o risco de paradas não programadas e impactos diretos na produtividade. Isso porque um equipamento parado no início de janeiro pode gerar um efeito cascata, comprometendo prazos, contratos e a confiança de clientes.
Além disso, vale lembrar que janeiro é o mês ideal para revisar contratos, reavaliar a composição da frota e alinhar expectativas. Um planejamento integrado permite uma operação mais fluida e preparada para as oscilações de demanda ao longo do ano.
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