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📊 Um Gráfico

A evolução mundial dos gastos militares por ano
O gráfico foi gerado com IA com base nos estudos da SIPRI. Nele consta um arquivo Excel com dados mais detalhados por país e regiões.
Nos anos 90 (1992-1998), vemos o que os economistas chamam de "Dividendo da Paz". Com o fim da Guerra Fria, o mundo realmente tentou gastar menos com armas. O gasto caiu até atingir o piso de US$ 1,2 trilhão em 1998.
Esse período foi uma exceção histórica, pois desde 1999 o mundo entrou em uma trajetória de rearmamento quase ininterrupta.
A Europa, em 2018, gastava cerca de US$ 394 bilhões e, em 2025, a projeção era de US$ 791 bilhões.
Em apenas 7 anos, a Europa dobrou seu gasto militar. Isso reflete diretamente a invasão da Ucrânia pela Rússia e a percepção de que a segurança no continente não é mais garantida sem investimento pesado, além das constantes ameaças dos EUA sobre a OTAN.
O centro de gravidade militar está se deslocando para o Indo-Pacífico. O crescimento da China e a resposta de países como Japão, Coreia do Sul e Austrália representam uma mudança que não se reverte com facilidade.
Na década de 60, o mundo gastava cerca de 6% do PIB em armas. Hoje, a média global gira em torno de 2,3% a 2,5%. Ou seja, o mundo está gastando muito mais dinheiro, mas como a economia global também cresceu, o "peso" desse gasto no bolso das nações ainda é menor do que no auge da Guerra Fria.
Porém, essa porcentagem está subindo rapidamente pela primeira vez em décadas, e 2,5% do PIB mundial de gasto militar é realmente muito alto.
O dado mais impressionante da tabela é o salto de US$ 2,45 trilhões (2023) para US$ 2,77 trilhões (2025).
Trata-se de um aumento de mais de 300 bilhões de dólares em apenas dois anos. É um sinal de alerta, pois indica que o mundo não está apenas mantendo estoques, mas está em uma corrida armamentista ativa, na qual a produção industrial de defesa deve estar operando em capacidade máxima.

O Japão deu um passo histórico na logística marítima. Em meio a uma realidade de escassez de tripulantes, o navio GENBU entrou em operação regular como o primeiro porta-contêineres comercial do mundo com navegação autônoma de nível 4.
Com 134 metros de comprimento e capacidade para 700 TEUs, a embarcação conecta Kobe a Tóquio, passando por Osaka, Nagoya, Shimizu e Yokohama.
A operação foi autorizada em 30 de janeiro de 2026, após certificação da ClassNK e inspeção do Ministério de Transportes do Japão. O navio foi desenvolvido no âmbito do programa MEGURI2040, da Nippon Foundation, programa criado para enfrentar a escassez de tripulantes qualificados no setor.
O transporte costeiro responde por 40% da carga doméstica japonesa.
A tecnologia embarcada, desenvolvida pela Furuno, integra radar, sensores e inteligência de navegação para calcular rotas e evitar colisões em tempo real. Mesmo com alto grau de automação, centros em terra mantêm supervisão constante durante as viagens.
Por que isso importa? O caso GENBU já é visto como referência mundial, demonstrando como a navegação autônoma pode funcionar em condições reais de mercado.
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🤖 Logcomex revoluciona Intermodal 2026 com o conceito "Comex por Comando" e Inteligência Artificial preditiva
Celebrando uma década de inovação, a Logcomex, empresa de inteligência artificial para comércio exterior, anunciou durante a Intermodal South America 2026 o lançamento da Logcomex.AI.
A solução revoluciona o setor ao introduzir o conceito de “Comex por Comando”, substituindo a burocracia manual por uma interface intuitiva onde o operador executa processos complexos através de instruções simples à IA.
"O objetivo sempre foi trazer tecnologia para um mercado que era muito manual. Sempre notei que o setor era carente de inovação e precisava de uma solução que facilitasse os processos”, afirma Helmuth Hofstatter, CEO e Co-fundador da Logcomex.
Muito além de gerar insights, a plataforma atua na orquestração operacional completa. A inteligência artificial cruza dados de documentos essenciais, como invoice, packing list e bill of lading, para validar inconsistências e eliminar erros.
Além disso, a ferramenta monitora embarques em tempo real, apoia decisões de sourcing e identifica oportunidades comerciais, operando ininterruptamente, 24 horas por dia.
Rotinas logísticas que antes consumiam 20 horas agora são concluídas em apenas quatro. Os agentes autônomos assumem o "trabalho pesado", reduzindo em até 60% as atividades manuais e executando integralmente 70% dos processos documentais.
Isso significa que o dia a dia da operação deixa de ser focado em preenchimentos manuais para concentrar-se na gestão operacional. Um ganho de eficiência que se reflete diretamente no balanço da empresa, com uma redução média de 15% nos custos operacionais.
Integração com o Portal Único e o desafio da DUIMP
Com a implementação definitiva do Novo Processo de Importação, a DUIMP tornou-se uma realidade obrigatória. A Logcomex.AI antecipou essa transição com:
Integração: a plataforma já opera integrada ao Portal Único Siscomex.
Autonomia: o sistema acessa o Portal Único e realiza as transações para a DUIMP basicamente por comando.
Controle: o operador acompanha todo o fluxo em tempo real e intervém apenas quando necessário, garantindo conformidade e agilidade.
Em um cenário internacional de incertezas, essa nova solução torna-se um escudo para o supply chain, permitindo decisões proativas antes que gargalos logísticos ou custos ocultos afetem a margem da operação.

🚛 SP investe R$ 41 milhões na recuperação de estradas no interior
O Departamento de Estradas de Rodagem de São Paulo (DER-SP) está investindo mais de R$ 41 milhões na recuperação de 26,7 quilômetros de estradas em quatro cidades do interior paulista: Campinas, Bragança Paulista, Joanópolis e Monte Alegre do Sul. As obras incluem recapeamento, drenagem, sinalização e correções de pavimento.
Os trechos contemplados são vias importantes para o escoamento de cargas e a mobilidade regional.
Em Campinas, a recuperação da avenida Engenheiro Luiz Antônio Laloni melhora o acesso à rodovia SP-340, um importante eixo logístico do interior.
Já em Joanópolis, a estrada Cônego Eanes de Melo Cotias recebeu R$ 9,1 milhões em melhorias, enquanto em Bragança Paulista o investimento na estrada Agostinho Saraolli Sobrinho chegou a R$ 6,5 milhões.
Em Monte Alegre do Sul, as obras da estrada Nelson Taufic Nassif, com cerca de 10,7 km de extensão e investimento de R$ 15,1 milhões, ainda estão em execução.
As intervenções fazem parte do programa São Paulo Pra Toda Obra, que prevê a modernização de mais de 22 mil quilômetros de rodovias estaduais, com foco em reduzir gargalos logísticos e aumentar a segurança viária.
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