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MDIC apresenta Camex 360
Plataforma centraliza informações essenciais para a operação; ChatGPT Saúde: acesso antecipado; Governo elege Índia, Canadá e Emirados como prioridades para o comércio exterior
⚠️ MDIC lança Camex360 para facilitar acesso a dados sobre importação

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços lançou o Camex360, plataforma que centraliza informações sobre tarifas de importação, regimes preferenciais e investimentos estrangeiros no Brasil.
Neste primeiro momento, a iniciativa reúne três painéis principais: o Painel Tarifário, ferramenta inédita que consolida dados sobre tarifas do Mercosul e regimes especiais; o Rastreador de NCMs, que permite acompanhar o histórico dos códigos de produtos; e o InvestVis, criado em 2024 para visualização de dados de Investimentos Estrangeiros Diretos (IED).
Antes, essas informações estavam dispersas, obrigando empresas, especialmente pequenas, a contratar serviços especializados para unificar os dados.
A Camex estima uma economia de R$ 6 milhões anuais caso apenas 10% das mais de 27 mil micro e pequenas empresas importadoras utilizem esse painel público.
A plataforma também facilita o acesso às deliberações do Comitê Executivo de Gestão (Gecex) e incorporará novos temas futuramente.
FUPdate
🩺 ChatGPT Saúde: acesso antecipado
Muito em breve, o ChatGPT disponibilizará um modelo dedicado a um assunto muito importante: a nossa saúde. Acessível diretamente pela interface que já conhecemos, o ChatGPT Health é uma iniciativa da OpenAI que promete entregar uma experiência mais confiável e integrada.

O recurso permitirá vincular aplicativos que já fazem parte do nosso dia a dia, como o Apple Health e o MyFitnessPal, além de oferecer uma ferramenta específica para o envio de exames laboratoriais.
A ideia por trás da criação desse modelo especializado tem embasamento: mais de 230 milhões de pessoas, semanalmente, interagem com o chatbot sobre o tema. Sendo assim, o argumento da desenvolvedora é que, se as pessoas irão perguntar de qualquer jeito, ao menos haverá um ambiente mais seguro e treinado para responder de forma responsável sobre esses assuntos.
O projeto foi desenvolvido ao longo de dois anos, contando com mais de 260 médicos de países e especialidades distintas, que avaliaram cerca de 600 mil respostas e as categorizaram como “úteis” ou “potencialmente perigosas”, visando refinar o comportamento da IA.

No anúncio, a palavra “dedicado” carrega dois propósitos: sinalizar que o modelo é reservado ao tema e indicar que os dados obtidos via “Health” possuem um armazenamento separado.
Ainda, segundo a OpenAI, as informações compartilhadas contam com camadas extras de segurança para garantir a privacidade dos usuários. Além disso, o texto ressalta que esses dados não serão utilizados para treinar modelos fundacionais, ou seja, dúvidas sobre dores de garganta ou coceiras duvidosas não servirão de base para o próximo ChatGPT “convencional”.
A opção está sendo disponibilizada de maneira gradual e direcionada a pequenos grupos de usuários. Se você quiser, pode se inscrever na lista de espera e obter acesso antecipado à funcionalidade.
Eu não sei vocês, mas, se eles lançarem o ChatGPT Import Analyst, vou ficar bastante chateado. Mas, enquanto esse dia não chega, queremos saber:
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👀 Governo elege Índia, Canadá e Emirados como prioridades para o comércio exterior

O governo federal definiu como prioridade para o comércio exterior em 2026 destravar ou ampliar os acordos comerciais do Mercosul com a Índia, Canadá e Emirados Árabes Unidos.
Em relação à Índia, que além de ser o país mais populoso do mundo passou por um processo de industrialização nas últimas décadas, o governo avalia que a região ainda é pouco explorada pelos exportadores nacionais.
A pauta exportadora do Brasil para o país também é pouco diversificada: óleos vegetais, açúcares e petróleo bruto representam mais de 60% do total enviado.
Há margem para aumentar as vendas de produtos como minério de ferro, óleos vegetais, algodão, feijões e pulses, etanol, genética bovina, frutas, carne de aves, pescado, café e suco de laranja.
O principal entrave está nas elevadas tarifas aplicadas pela Índia. Apenas 14% das exportações brasileiras estão cobertas pelo acordo de Nova Délhi com o Mercosul, que, além de pouco diversificado, prevê reduções tarifárias de apenas 10% e 20%.
A meta para a região é negociar a inclusão de novos produtos, buscar reduções tarifárias e promover a retirada de barreiras comerciais.
Emirados Árabes Unidos
Para os Emirados, o objetivo é concluir as negociações para a assinatura de um acordo de livre comércio com o Mercosul, que já passou por quatro rodadas de negociações. O acordo era esperado para ser assinado ainda no ano passado (2025), pois as divergências se afunilaram em poucas questões.
A principal delas, segundo fontes, é o pleito dos Emirados Árabes de zerar as tarifas de importação do Mercosul para cerca de duas dezenas de petroquímicos.
Isso porque esse é um segmento no qual os árabes, que são grandes produtores de petróleo, são altamente competitivos, e a indústria brasileira tem certa sensibilidade para se proteger da competição externa.
Os principais produtos de exportação do Brasil para a região são carne de frango, carne bovina e açúcar. Na importação, os principais itens são petróleo, ureia, enxofre e peças para aeronaves.
Canadá
No caso do Canadá, o objetivo é avançar nas negociações para um acordo de livre comércio entre Mercosul e Canadá, considerado essencial para aumentar o acesso a mercados de maior valor agregado.
As negociações, iniciadas em 2018, foram retomadas em 2025 após o tarifaço de Trump. As tratativas buscam reduzir tarifas, facilitar o comércio de bens e serviços e aprofundar a cooperação em áreas como investimentos, compras governamentais e regras ambientais.
👨🏽⚖️ Projeto para desonerar exportação está pronto para ser votado no Senado
Um projeto para desonerar a exportação tramita no Senado,com expectativas de ser votado já em fevereiro.
Ele prevê 3% a mais de crédito tributário para que empresas exportadoras de todos os portes — micro, pequenas, médias e grandes — possam conquistar novos mercados.
A expectativa é que, se aprovado, o projeto sirva como um grande estímulo para que empresas de todos os portes consigam ampliar sua atuação internacional.
🥳 Prontos para mais uma rodada do nosso desafio aduaneiro da semana?
O resultado da questão divulgada na última semana saiu na última edição e surpreendeu muita gente.
Agora é hora de seguir testando seu nível de preparo. Toda quinta-feira, o FUP coloca você frente a frente com um novo desafio da prova, para ajudar a identificar onde o conhecimento está afiado e onde ainda vale reforçar a atenção.
Prontos para a quarta pergunta? Vamos ver como você se sai desta vez.
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