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Novas rotas internacionais
Leilão de terminal em São Sebastião prevê R$ 2,5 bi em investimentos; Transnordestina avança 80% e realiza segunda prova operacional com sucesso
🛤️ Transnordestina avança 80% e realiza segunda prova operacional com sucesso

A Transnordestina está cada vez mais próxima de se tornar realidade. A fase 1 do projeto ferroviário já atingiu 80% de conclusão, com 727 quilômetros da linha principal prontos e outros 326 quilômetros ainda em construção.
Em janeiro, a ferrovia deu um importante passo ao completar sua segunda prova operacional.
Durante o segundo teste, a Transnordestina Logística S.A. (TLSA) transportou quase 950 toneladas de sorgo do Terminal Intermodal do Piauí (TIPI) até o Terminal Logístico de Iguatu (TLI), no Ceará. O trem percorreu o trajeto em pouco mais de 16 horas.
Os testes operacionais começaram em dezembro de 2025 com o transporte de produtos agrícolas. Para as próximas provas, a concessionária planeja testar diferentes tipos de cargas.
Quando concluída, a Transnordestina terá 1.206 quilômetros de linha principal e mais 73 quilômetros de ramais. A rota passará por 53 municípios, ligando Eliseu Martins (PI) ao Porto de Pecém (CE). Do orçamento total de R$ 14,9 bilhões, R$ 11,3 bilhões já foram investidos.
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A Portonave acaba de anunciar a expansão de suas conexões marítimas. O terminal incluiu em seu portfólio o serviço ZIM Gulf Toucan (ZGT), operado pela armadora ZIM Integrated Shipping Services, que fortalece a ligação entre a Costa Leste da América do Sul e importantes centros logísticos do Caribe, Leste dos EUA e Golfo do México.
O serviço funciona semanalmente e oferece uma das coberturas mais completas para cargas brasileiras destinadas às Américas. A linha opera com oito navios e atende portos no México, Estados Unidos, Jamaica, Colômbia, Brasil, Argentina e Uruguai.
A rota pode transportar diversos tipos de mercadorias, como madeiras, papéis, maquinários, metais, produtos químicos, carnes congeladas e alimentos.
Com a nova linha, a Portonave agora conecta três continentes: Ásia, Europa e América, além da cabotagem nacional.
A operação funciona em modelo de Vessel Sharing Agreement (VSA), uma parceria em que a ZIM lidera o serviço e a Ocean Network Express (ONE) atua como slotter, comercializando espaços nos navios para aumentar a capacidade oferecida ao mercado.
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Com a recente captura de Nicolas Maduro, aproveitamos para conhecer os aspectos históricos e econômicos da Venezuela, além dos fatos recentes que o afetaram internamente e a geopolítica internacional.
🚢 Leilão de terminal em São Sebastião promete redesenhar logística em São Paulo

O arrendamento de um terminal multipropósito no Porto de São Sebastião, no litoral norte paulista, pode transformar a logística portuária de São Paulo. A avaliação foi debatida na última audiência pública virtual da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).
O projeto prevê o arrendamento da área SSB01 para aumentar a capacidade portuária e reduzir gargalos.
Atualmente, a movimentação de contêineres no estado está concentrada em poucos terminais, sobrecarregando a infraestrutura nos períodos de pico.
A proposta muda a vocação do terminal, antes focado em granéis sólidos. Agora, São Sebastião também operará cargas conteinerizadas, mantendo o perfil multipropósito.
O porto é apontado como uma das melhores áreas portuárias naturais do país, com canal de até 42 metros de profundidade, dispensando dragagens frequentes e reduzindo custos. Além disso, há a melhoria do acesso terrestre, por meio da modernização da rodovia dos Tamoios, que deve aumentar a capacidade de acesso e escoamento de cargas.
O arrendamento pode atrair até R$ 2,5 bilhões em investimentos privados para novos berços, pátios, sistemas rodoviários e equipamentos. As obras levarão até nove anos, divididas em fases.
Ao final, o terminal terá capacidade para 1,35 milhão de TEUs em contêineres e 3,45 milhões de toneladas de granéis sólidos anuais.
🚢 Maersk e Hapag-Lloyd retomam travessia pelo Mar Vermelho e Canal de Suez

A Maersk e a Hapag-Lloyd anunciaram o retorno de operações pelo Mar Vermelho e Canal de Suez, marcando uma mudança nas rotas comerciais entre Índia, Oriente Médio e Mediterrâneo.
A alteração afeta inicialmente o serviço ME11, parte da parceria Gemini Cooperation entre as empresas.
A partir de meados de fevereiro, os navios voltarão a usar a rota tradicional, reduzindo consideravelmente o tempo de viagem. As companhias garantem que todas as embarcações terão proteção naval e máximas medidas de segurança.
Os primeiros navios a fazer a transição são o Albert Maersk, partindo de Mundra em 4 de fevereiro com destino oeste, e o Astrid Maersk, saindo de Valencia em 3 de fevereiro rumo ao leste.
Apesar do otimismo, as empresas mantêm planos de contingência. Caso a situação de segurança se deteriore, viagens individuais ou todo o serviço podem ser redirecionados para a rota alternativa pelo Cabo da Boa Esperança, trajeto mais longo usado durante o período de instabilidade.
Futuramente, Maersk e Hapag-Lloyd pretendem estender a mudança aos serviços AE12 e AE15, mas por enquanto não há previsão de outras alterações na rede Gemini relacionadas ao Mar Vermelho.
🤭 Como está seu conhecimento sobre legislação aduaneira?
Na última semana, compartilhamos com vocês uma das questões da prova de Habilitação de Despachantes Aduaneiros, realizada em 16 de novembro de 2025. Hoje trouxemos o resultado. Prontos?

Se você marcou a resposta D, parabéns! Você assinalou a questão correta. Não lembra a questão? Volte aqui para refrescar a memória.
Para fins de consulta, essa foi a questão 19 do modelo 1 de prova.
Na edição de amanhã, traremos uma nova questão para vocês. Até lá!
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